quarta-feira, 24 de março de 2010
Arnaldo Jabor
Comentarista neoliberal, pseudo-intelectual e filho da p...
Quem ainda não teve a oportunidade de assistir a esse conveniente jornalista tecendo comentários sobre o Programa Nacional de Direitos Humanos, eis sua oportunidade:
http://www.youtube.com/watch?v=Vb2yIxVhsG8&feature=player_embedded
Claro, faz todo sentido vindo dele!
quinta-feira, 18 de março de 2010
terça-feira, 9 de março de 2010
Música lindíssima
Quem vai me entregar suas emoções?
Quem vai me pedir que nunca lhe abandone?
Quem vai me cobrir se esta noite fizer frio?
Quem me vai curar o coração partido?
Quem vai encher de primaveras este janeiro,
E vai trazer a lua pra a gente brincar?
Diga, se você for embora, diga meu bem
Quem vai curar meu coração partido?
(Alejandro Sanz)
Quem vai me pedir que nunca lhe abandone?
Quem vai me cobrir se esta noite fizer frio?
Quem me vai curar o coração partido?
Quem vai encher de primaveras este janeiro,
E vai trazer a lua pra a gente brincar?
Diga, se você for embora, diga meu bem
Quem vai curar meu coração partido?
(Alejandro Sanz)
sábado, 6 de março de 2010
De volta pra casa...
Semanas mais que turbulentas, as últimas.
Sem tempo nem para respirar direito.
Cada dia que passa eu vejo que a roda gigante gira mais rápido. O tempo não pára, como repetia Cazuza... E hoje já é 6 de março!
O reveillon parace que foi ontem, e hoje já me formei! Como assim?
Sem muitas novidades, tou mais tentando me recuperar dos últimos momentos de pico (há cerca de 6 meses eu enfrento momentos de pico pra falar a verdade hehehe).
Mas é isso aí, é o jeito.
Bem que mamãe disse que eu não ia poder ficar de barriga pra cima pro resto da vida!
Pra botar um Happy Ending nessas mil rodadas do planeta terra com efeitos drásticos em minha vida, uma pequena pausa para curtir um paraíso na terra: Tabatinga.
Com direito a mosquitos canibais, faltas de luz noturnas e momentos altamente engraçados.
Sem tempo nem para respirar direito.
Cada dia que passa eu vejo que a roda gigante gira mais rápido. O tempo não pára, como repetia Cazuza... E hoje já é 6 de março!
O reveillon parace que foi ontem, e hoje já me formei! Como assim?
Sem muitas novidades, tou mais tentando me recuperar dos últimos momentos de pico (há cerca de 6 meses eu enfrento momentos de pico pra falar a verdade hehehe).
Mas é isso aí, é o jeito.
Bem que mamãe disse que eu não ia poder ficar de barriga pra cima pro resto da vida!
Pra botar um Happy Ending nessas mil rodadas do planeta terra com efeitos drásticos em minha vida, uma pequena pausa para curtir um paraíso na terra: Tabatinga.
Com direito a mosquitos canibais, faltas de luz noturnas e momentos altamente engraçados.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
"O Direito que se ensina errado pode entender-se, é claro, em, pelo menos, dois sentidos: como o ensino do direito em forma errada e como errada concepção do direito que se ensina. O primeiro se refere a um vício de metodologia; o segundo, à visão incorreta dos conteúdos que se pretende ministrar".
Lyra Filho
Lyra Filho
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Twitter censura usuário pró-Chávez
O microblog Twitter é um sucesso mundial. Usá-lo em campanhas políticas é legitimo. Mas deve-se discutir se ele pode ser organizada e institucionalmente usado para isso. O jornal El Nacional, de Caracas, o Sindicato dos Jornais e dos Jornalistas e outras entidades organizaram um protesto contra Chávez via Twitter, no dia 4 de fevereiro, quando se comemorava a derrotada insurreição militar de 1992 que acabaria por leva-lo, pelo voto, à presidência da Venezuela.
Os twitteiros pró-Chávez reagiram. Um usuário, @4febrero, começou a postar trechos do discurso que Chávez fazia, naquele momento, em outra manifestação. Depois de postar algumas vezes, o Twitter o bloqueou e o tirou do ar.
Esta história ? e detalhes da guerra cibernética na Venezuela - está contada no blog La Isla Desconocida, do jornalista e escritor cubano Henrique Ubieda Gómez.
Manipulação dos meios de comunicação não deixa de existir nem nas novidades tecnológicas mais recentes.
A diferença é que se pode reagir.
(Mídia Independente)
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
(...)
No caso do Ensino Superior, em especial do ensino jurídico, um bacharel treinado em Direito, altamente especializado em direito processual civil, geralmente, é insuficientemente preparado para a análise de quadros de conjuntura social, política e econômica, ou mesmo para pensar a responsabilidade do exercício de sua função dentro do sistema. Nada impede que um bom operador do direito hoje, formado em uma boa e bem conceituada IES brasileira, seja autor de atitudes serenamente guiadas pelos mesmos princípios que levaram Rudolf Hess, Hermann Goering, Rudolf Hoess, Joseph Goebbels, Wilhelm Keitel, Himmler e Eichmann a cometerem as atrocidades que cometeram à frente da máquina nazista. A visão de gabinete, a compreensão de mundo auto-centrada, a idéia de responsabilidade restrita à dinâmica da responsabilidade do código de ética da categoria, a noção de mundo fixada pela orientação da ordem legal, a ação no cumprimento do ‘estrito’ dever legal... são rumos e nortes do agir do profissional bacharelado pelas escolas de direito que conhecemos.
(...)
Quem vive sob este modelo de educação não “recebe educação”, verdadeiramente, “padece educação”. A massificação que castra, que anula, que empobrece, que iguala o desigual cultural e criativamente falando, em verdade, comete o mais terrível dos erros: “E, quando julga que se salva seguindo as prescrições, afoga-se no anonimato nivelador da massificação, sem esperança e sem fé, domesticando e acomodado: já não é sujeito. Rebaixa-se a puro objeto. Coisifica-se.” (Paulo Freire).
Em poucas palavras, essa educação é a linguagem da própria dominação, e não condição para sua LIBERTAÇÃO.
(Bittar)
No caso do Ensino Superior, em especial do ensino jurídico, um bacharel treinado em Direito, altamente especializado em direito processual civil, geralmente, é insuficientemente preparado para a análise de quadros de conjuntura social, política e econômica, ou mesmo para pensar a responsabilidade do exercício de sua função dentro do sistema. Nada impede que um bom operador do direito hoje, formado em uma boa e bem conceituada IES brasileira, seja autor de atitudes serenamente guiadas pelos mesmos princípios que levaram Rudolf Hess, Hermann Goering, Rudolf Hoess, Joseph Goebbels, Wilhelm Keitel, Himmler e Eichmann a cometerem as atrocidades que cometeram à frente da máquina nazista. A visão de gabinete, a compreensão de mundo auto-centrada, a idéia de responsabilidade restrita à dinâmica da responsabilidade do código de ética da categoria, a noção de mundo fixada pela orientação da ordem legal, a ação no cumprimento do ‘estrito’ dever legal... são rumos e nortes do agir do profissional bacharelado pelas escolas de direito que conhecemos.
(...)
Quem vive sob este modelo de educação não “recebe educação”, verdadeiramente, “padece educação”. A massificação que castra, que anula, que empobrece, que iguala o desigual cultural e criativamente falando, em verdade, comete o mais terrível dos erros: “E, quando julga que se salva seguindo as prescrições, afoga-se no anonimato nivelador da massificação, sem esperança e sem fé, domesticando e acomodado: já não é sujeito. Rebaixa-se a puro objeto. Coisifica-se.” (Paulo Freire).
Em poucas palavras, essa educação é a linguagem da própria dominação, e não condição para sua LIBERTAÇÃO.
(Bittar)
Assinar:
Postagens (Atom)


