quarta-feira, 22 de julho de 2009

Smile!

Smile, though your heart is aching
Smile, even though it's breaking
When there are clouds in the sky, you'll get by
If you smile through your fear and sorrow
Smile, and maybe tomorrow
You'll see the sun come shining through for you
Light up your face with gladness
Hide every trace of sadnesss
Although a tear may be ever so near
That's the time you must keep on trying
Smile - What's the use of crying?
You'll find that life is still worth while
If you'll just smile

Light up your face with gladness
Hide every trace of sadnesss
Although a tear may be ever so near
That's the time you must keep on trying
Smile - What's the use of crying?
You'll find that life is still worth while
If you'll just smile

terça-feira, 7 de julho de 2009

É mesmo verdade que o encanto das coisas acaba?
Que todo aquelo brilho que antes havia naquilo, simplesmente desaparece porque o tempo passou ou porque foi se apagando...?
Mesmo que a gente não queira,
Será que isso acontece?

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Porque seu coração
É uma ilha
A centenas
De milhas daqui

Ela desatinou

Ela desatinou, viu chegar quarta-feira
Acabar brincadeira, bandeiras se desmanchando
E ela inda está sambando
Ela desatinou, viu morrer alegrias, rasgar fantasias
Os dias sem sol raiando e ela inda está sambando
Ela não vê que toda gente, já está sofrendo normalmente
Toda a cidade anda esquecida, da falsa vida, da avenida
Onde Ela desatinou, viu morrer alegrias, rasgar fantasias
Os dias sem sol raiando e ela inda está sambando
Quem não inveja a infeliz, feliz
No seu mundo de cetim, assim,
Debochando da dor, do pecado
Do tempo perdido, do jogo acabado

(Chico Buarque )

quarta-feira, 10 de junho de 2009


Sonho. Não sei quem sou neste momento.
Durmo sentindo-me.
Na hora calma
Meu pensamento esquece o pensamento,
Minha alma não tem alma.

Se existo é um erro eu o saber. Se acordo
Parece que erro. Sinto que não sei.
Nada quero nem tenho nem recordo.
Não tenho ser nem lei.

Lapso da consciência entre ilusões,
Fantasmas me limitam e me contêm.
Dorme insciente de alheios corações,
Coração de ninguém.

Fernando Pessoa, 6-1-1923

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Só quero saber do que pode dar certo
Não tenho tempo a perder!

terça-feira, 26 de maio de 2009

I keep on falling
In and out
of love with you
I never loved someone
The way that I love you

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Assim, sem porquê

Estar, de repente, aqui nesta cadeira
A mente viajando, pensando besteira
A chuva caindo, vai dando uma canseira
E Raul tocando pela noite inteira
Viajo bem longe imaginando
Onde estarei daqui a alguns anos
Em que caminhos estarei trilhando?
Farei aquilo tudo que estou planejando?
É certo que ando subindo vôo?
Que sei o que quero e pra onde vou?
Que nessa viagem, sozinha não tou?
Que ainda há tempo de não saber quem sou?
Quero pensar que ainda há tempo
De fazer tudo certinho, e a contento
De chorar baixinho a qualquer momento
De fazer da procura um sentimento
Ainda há tempo de desistir?
Certamente não sei o que devo seguir
Tá muito frio e chuvoso por aqui...
Talvez já seja mesmo a hora de dormir.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

20 Anos


De tudo que poderíamos ter feito
Em vinte anos de felicidade,
Só me resta a tristeza no peito
Um vazio, uma imensa saudade.