domingo, 30 de maio de 2010
domingo, 23 de maio de 2010
quinta-feira, 13 de maio de 2010
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Novo
Como disse minha cara Camis Hame Há: Tudo novo!
(só não vou entrar em detalhes, Camis, mas não lhe negarei a autoria! hahá)
É.
Nessa vida sofrida, o dia-a-dia arrasta da gente aquelas pequenas alegrias, coisinhas que passam despercebidas e a gente dá somente um sorrisinho curto e chato, ou muitas vezes nem dá nada, finge que não viu.
Parece que a gente vai perdendo aquele "olhar de filósofo", que vê tudo ao redor como se tivesse acabado de sair do forno (novinho em folha). E vai passando despercebido aquele cachorrinho fofinho que cruza seu caminho na rua com a lingua de fora, aquela piada engraçada que você leu, aquele texto inspirador que te deixou refletindo e te fez feliz, aquele telefonema que deixou o seu dia mais bonito, o céu azul, a sombra fresquinha, a comida da mamãe, o soninho tranqüilo.
Às vezes, tudo que é cotidiano abusa, tudo que é sinônimo de comodismo nos deixa incrivelmente entediados. Fazer sempre as mesmas coisas, ver sempre as mesmas pessoas, ir sempre aos mesmos lugares, sofrer sempre pelos mesmos problemas, ter exatamente a mesma rotina, every day. Às vezes não dá. É hora de parar e procurar dentro de você mesmo um momento de inspiração.
É hora de mudar.
Sem querer dar uma de adolescente-rebelde-tou-afim-de-aparecer, sem querer necessariamente pirar o cabeção, mas simplesmente ver que certas coisas não te deixam mais feliz, não servem mais e pronto. That's it. Sem muito drama, na verdade. Às vezes o excesso de drama soa falso, sei lá. É como rir demais de algo que não foi tão engraçado assim.
A vida continua, né? E espero que continue muito. Então temos que fazer com que ela seja agradável. Não minimamente, mas o máximo possível.
Às vezes tudo que a gente precisa é de "tudo novo" e pronto.
Só isso. E o melhor, depende mais da gente do que de qualquer outra pessoa!
(só não vou entrar em detalhes, Camis, mas não lhe negarei a autoria! hahá)
É.
Nessa vida sofrida, o dia-a-dia arrasta da gente aquelas pequenas alegrias, coisinhas que passam despercebidas e a gente dá somente um sorrisinho curto e chato, ou muitas vezes nem dá nada, finge que não viu.
Parece que a gente vai perdendo aquele "olhar de filósofo", que vê tudo ao redor como se tivesse acabado de sair do forno (novinho em folha). E vai passando despercebido aquele cachorrinho fofinho que cruza seu caminho na rua com a lingua de fora, aquela piada engraçada que você leu, aquele texto inspirador que te deixou refletindo e te fez feliz, aquele telefonema que deixou o seu dia mais bonito, o céu azul, a sombra fresquinha, a comida da mamãe, o soninho tranqüilo.
Às vezes, tudo que é cotidiano abusa, tudo que é sinônimo de comodismo nos deixa incrivelmente entediados. Fazer sempre as mesmas coisas, ver sempre as mesmas pessoas, ir sempre aos mesmos lugares, sofrer sempre pelos mesmos problemas, ter exatamente a mesma rotina, every day. Às vezes não dá. É hora de parar e procurar dentro de você mesmo um momento de inspiração.
É hora de mudar.
Sem querer dar uma de adolescente-rebelde-tou-afim-de-aparecer, sem querer necessariamente pirar o cabeção, mas simplesmente ver que certas coisas não te deixam mais feliz, não servem mais e pronto. That's it. Sem muito drama, na verdade. Às vezes o excesso de drama soa falso, sei lá. É como rir demais de algo que não foi tão engraçado assim.
A vida continua, né? E espero que continue muito. Então temos que fazer com que ela seja agradável. Não minimamente, mas o máximo possível.
Às vezes tudo que a gente precisa é de "tudo novo" e pronto.
Só isso. E o melhor, depende mais da gente do que de qualquer outra pessoa!
quarta-feira, 5 de maio de 2010
domingo, 2 de maio de 2010
sábado, 1 de maio de 2010
Às vezes nos surpreendemos com algumas pessoas
E sentimos que deveríamos, de fato, evitá-las
Mas penso que nossas vidas não seriam tão boas
Se tornassem-se apenas aventuras limitadas.
As pessoas nunca são como imaginamos
Isso, inevitavelmente, vamos perceber
E, embora não seja nada do que esperamos,
É um modo estranho e eficaz de crescer.
E sentimos que deveríamos, de fato, evitá-las
Mas penso que nossas vidas não seriam tão boas
Se tornassem-se apenas aventuras limitadas.
As pessoas nunca são como imaginamos
Isso, inevitavelmente, vamos perceber
E, embora não seja nada do que esperamos,
É um modo estranho e eficaz de crescer.
terça-feira, 27 de abril de 2010
O Mito do Tatu
Era um mundo perfeito
Aquele que eu vivia
Não tinha tristeza no peito
Incômodo algum eu sentia.
Um gigante Vade Mecum
Era a minha moradia
Situado na biblioteca
Da Faculdade da Apatia.
Lá dentro tinha de tudo
Precisava de mais nada
“Carreira, dinheiro, canudo”
Eu já sairia formada.
A Teoria era Pura
A lei era muito clara
E eu decorava com bravura
Aquilo que ela mandava.
Eu não tinha contato externo
E não me movimentava
A única coisa que eu via
Era a sombra de cada palavra.
Até que um dia eu vi uma porta
Se abrindo no meu telhado
As páginas todas voando
Ficou tudo iluminado
Eu fui dar uma olhada
Não acreditava no que via
A sombra de cada palavra
Era apenas fantasia
Lá fora era colorido
E tudo se movimentava
E aquilo que eu lia antes
Aqui fora não bastava.
Eu precisava entender
Como aquilo funcionava
Dessa dinâmica social
O Vade Mecum não tratava!
Pulei pra fora da toca
Um tatu a se libertar!
Descobri que pra ver de verdade
Era preciso DESENTOCAR.
Hoje estou redescobrindo
Quem sou e o que quero ser
O meu casco está mais forte
Pra poder me defender
E você, meu caro amigo?
Já parou pra perceber?
Se o que está ao seu redor
Está te impedindo de VER?
Está REALMENTE olhando?
Ou passa despercebido?
Saia dessa velha toca
E venha enxergar comigo!
Aquele que eu vivia
Não tinha tristeza no peito
Incômodo algum eu sentia.
Um gigante Vade Mecum
Era a minha moradia
Situado na biblioteca
Da Faculdade da Apatia.
Lá dentro tinha de tudo
Precisava de mais nada
“Carreira, dinheiro, canudo”
Eu já sairia formada.
A Teoria era Pura
A lei era muito clara
E eu decorava com bravura
Aquilo que ela mandava.
Eu não tinha contato externo
E não me movimentava
A única coisa que eu via
Era a sombra de cada palavra.
Até que um dia eu vi uma porta
Se abrindo no meu telhado
As páginas todas voando
Ficou tudo iluminado
Eu fui dar uma olhada
Não acreditava no que via
A sombra de cada palavra
Era apenas fantasia
Lá fora era colorido
E tudo se movimentava
E aquilo que eu lia antes
Aqui fora não bastava.
Eu precisava entender
Como aquilo funcionava
Dessa dinâmica social
O Vade Mecum não tratava!
Pulei pra fora da toca
Um tatu a se libertar!
Descobri que pra ver de verdade
Era preciso DESENTOCAR.
Hoje estou redescobrindo
Quem sou e o que quero ser
O meu casco está mais forte
Pra poder me defender
E você, meu caro amigo?
Já parou pra perceber?
Se o que está ao seu redor
Está te impedindo de VER?
Está REALMENTE olhando?
Ou passa despercebido?
Saia dessa velha toca
E venha enxergar comigo!
quinta-feira, 22 de abril de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
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